Sobre a Zervanqo
Engenheiros que assumem a sua infraestrutura como se fosse a nossa.
Começamos em 2014, cansados de ver projetos de nuvem que terminavam num painel bonito e numa operação que ninguém sustentava. Decidimos fazer o contrário: menos apresentação, mais responsabilidade sobre o ambiente em produção.
Nascemos operando, não vendendo.
Os primeiros clientes da Zervanqo chegaram por indicação, quando ainda éramos três pessoas dividindo plantão. A rotina de acordar de madrugada para resolver um incidente ensinou mais sobre arquitetura do que qualquer curso.
Esse jeito ficou. Hoje somos uma equipe maior, mas seguimos com a mesma regra: quem desenha o ambiente é quem opera depois. Ninguém entrega um projeto e some. O nome que assina a arquitetura é o mesmo que atende quando algo precisa de decisão.
Em números
O tamanho da operação hoje.
No que acreditamos
Princípios que guiam cada projeto.
Não são frases de parede. São decisões que tomamos todos os dias, mesmo quando o caminho mais curto seria outro.
Quem desenha, opera
A pessoa que projeta a arquitetura continua responsável por ela em produção. Isso alinha o desenho ao que realmente funciona no dia a dia.
Transparência no consumo
Você enxerga cada recurso e cada real gasto com os provedores. Não colocamos nossa margem escondida na fatura de nuvem.
Plano de retorno sempre
Nenhuma mudança entra sem um caminho de volta testado. Preferimos gastar tempo preparando a saída a improvisar sob pressão.
Documentação viva
O ambiente fica registrado e atualizado. Se um dia você trocar de parceiro, leva consigo tudo o que precisa para seguir sozinho.
Um parceiro, não um fornecedor a mais.
Trabalhamos com poucos clientes de cada vez, por escolha. Preferimos conhecer o contexto de cada operação a fundo a preencher uma agenda cheia de contratos rasos.
Sediados em São Paulo, atendemos empresas de todo o país. A distância nunca foi problema quando o combinado é claro e a comunicação é honesta — inclusive quando a notícia é ruim.
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Vamos conversar
Conte onde a sua infraestrutura está hoje.
A primeira conversa serve para entender o seu contexto. Se fizer sentido seguir juntos, montamos uma proposta clara. Se não fizer, dizemos com franqueza.